* Meu coração, Minha cabeça, Meus Sentimentos: E Suas Sombrias Tramas *

Ando incomodada com algumas coisas e, nada melhor que colocar no papel pra organizar as idéias.

Por que ando assustada com o “tópico”: FIDELIDADE?

Acho que pelo fato de fidelidade ter se tornado um assunto ultrapassado para algumas pessoas.

Percebo inclusive que está fora de moda também na TV.

No entanto – eu sei que -, 8 entre 10 mulheres gostariam que seu “cônjuge” fosse fiel.

Sim, eu aposto em 8 mulheres, isso chutando pra baixo.

Fora das rodas compostas por: “mulheres decididas e auto-suficientes e, por garotas modernas e descoladas”, nós ainda queremos fidelidade.

Eu, particularmente, acredito no relacionamento baseado em comprometimento.

Na maioria dos dias eu “compro” sonhos, promessas e juras de amor eterno.

Costumo dizer que os homens são todos iguais, no entanto, procuro escolher a dedo.

E na real, NÓS, mulheres é que somos todas iguais.

Algumas vezes parecemos fabricadas em série.

A começar pelo fato de seguirmos um padrão de beleza.

Ou vai me dizer que você – mulher – nunca se frustrou por não estar no dito modelo?

Nós somos tão padronizadas que “investimos” em xampus de oitenta e dois reais só por que tem o rótulo em inglês e uma linguagem inventada que diz: COLOR PRESERVE.

Compramos cremes anti-celulite que prometem resultados incríveis em uma semana.

Ou seja, acreditamos simplesmente porque queremos acreditar.

No fundo, sabemos que esses rótulos e seus nomes estranhos são “emblemas” criados por publicitários.

Agora quando o campo dicutido passa a ser amoroso, nós mulheres vamos MUITO além:

1º acreditamos no pra sempre que nunca se acaba.

2º fazemos planos de encontrar a pessoa certa.

3º nos casamos com votos de até que a morte nos separe.

E – CLARO – exigimos exclusividade, fidelidade, sinceridade, transparência, respeito, cumplicidade.

Assim a lista se impõe extensa e, em mais nesse ponto, somos todas… iguaizinhas.

Mas isso acontece porque a gente se perde diante das possibilidades?

Ou quanto maior a gama de opções, menos queremos escolher?

Ou seria ainda porque temos medo da solidão e de envelhecermos como solteironas exigentes?

Ou não, não é nada disso?

Não sei.

Mas construir qualquer relacionamento não é uma escolha tão objetiva assim.

Acredio que não dê pra montar meu modelo de cara fiel e ideal e apontar: é esse.

E talvez eu  nunca consiga reunir todas as características que admiro, em um homem, em uma só pessoa.

E assim minhas dúvidas são muitas e, se instauram sem motivo aparente.

Porém, minha certeza por hora paira em:

Quero alguém para quem fidelidade não é obrigação, é sim uma escolha.

 

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