Fugir ou Não? Eis a Questão

Descobri que existem mais dois tipos de pessoas.

As que seguem os ensinamentos do livro de Sun Tzu: A Arte da Guerra.

E as que, como eu, seguem a arte da fuga – em letras minúsculas como a aparente falta de dignidade do título – .

As do livro, são valentes sabem ao que vão, e de peito igual aos dos heróis dos filmes.

As dos meus nunca sabem como acaba o que os envolve.

Não gosto de gostar de fugir.

Preferia encarar a ignorância e o insulto com a leveza sobrevalorizada da coragem.

Ao invés, lá vou com a minha mania e com todos os engasgos que tenho que desembrulhar.

Mais valia cilindrar com a verdade quem me aparecesse pela frente.

Disparar e afundar sem piedade os argumentozinhos de alguns “couraçados” de coragem.

No entanto, a arte da fuga tem uma posição general nesta disciplina.

E parte é porque nunca tive idade para o espelho ou a masturbação.

No mais, a ingratidão costuma ser recompensa farta para muitas coisas ou pessoas que cruzam meus caminhos.

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