Clandestinidade

Eu sou daquelas que fogem de uma vida condenada à mediocridade.

Minha nave é feita de sonhos.

E eles vivem dispostos a correr os riscos da vida e as rotas de medo.

É assim que chego a margem do desejo.

Aprendi desde cedo que a clandestinidade é mãe de muitas emoções e tentações.

Uma nova e feliz vida é o objetivo de quem lhe recorre.

Porém, não poucas vezes, as desilusões são superiores às boas surpresas.

Mas com o desbravar dos novos caminhos, chego frequentemente a ruas semelhantes dos meus sonhos.

Sonho com tudo a que tenho direito.

E torto.

Clandestinamente muitas vezes.

Ainda bem que à noite a leva de fofoqueiros – que me ronda -, dorme.

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