Anderson, eu confesso…

O meu amor por você é inédito.
É um amor novo e maduro – penso: como pode?
Sinto e quero você.
Hoje, amanhã e na medida sem fim do tempo.
Quando estou em silêncio e lembro que você existe eu sinto paz.
Suspiro aliviada.
Quero vestir o seu abraço e sair com ele por aí, como um colete à prova de balas.
Abraço longo, apertado e quente.
Quero mais, me abrace mais.
Mais um pouquinho.
Vai sempre faltar seu abraço pra minha sede dele.
Sei que dentro de você moram sorrisos.
Alguns você deixa escapar, os outros esconde no escuro, pra eu procurar.
E eu gosto disso.
Gosto também das suas mãos nas minhas, das suas mãos tomando conta de mim.
Não quero viver sem suas mãos por perto.
Não quero aprender isso.
É que esse meu amor inédito parece que nasceu junto comigo, e contigo.
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