Pequena Reflexão “analítica” de 2010

Desejo entrar de mansinho em 2011.

Serão ainda muitos, os ecos de 2010.

Esse foi um ano importante para mim, a propósito, foi o mais importante da minha história.

Aconteceu-me uma vida toda.

E olhando para trás, custo a entender como é que tanta coisa encaixou e se arrumou em apenas 12 meses.

Fiquei íntima ao melhor e o pior da natureza humana.

Mas felizmente, acabei o ano apenas com o melhor.

SobreVIVI à inveja, ao mau olhado, à desconfiança, à obsessão, à culpa, á ganância, ao desengano.

Resisti ao mês de Abril.

E agora, próximo ao Natal, tenho excelentes perspectivas de mais um ano muito feliz em 2011.

Em partes isso se deve ao fato de nesse ano eu ter aprendido o valor do recato…

… Sendo que as primeiras impressões (sobre os outros, ou determinadas situações), são sempre as mais certeiras.

Aprendi que suportamos mais do que “aquilo” que achamos.

E que as coisas boas só nos acontecem quando deixamos de procurá-las.

E que o instinto nem sempre funciona.

No meu caso, conheci “pessoas” com a certeza de que eram “inteligentes”, mas essas se mostraram tão (ou mais) tolas que um ignorante.

Mas mais importante do que tudo, aprendi a estar sozinha.

Comigo apenas.

E a gostar do silêncio que a princípio me estrangulava.

Aprendi a apreciar a minha companhia e um dia de cada vez. 

Em 2010 fiz e preservei os melhores amigos, em especial: homens.

E como todos somos diferentes uns dos outros, numa escala que pode ir do péssimo ao excelente, há que se saber escolher.

Assim, aprendi a deixar o que é “lixo” pra fora, e prezar o que presta dentro do cotidiano.

Desse modo tornei-me mais seletiva e menos preconceituosa.

E só pude alargar meu poder de “encaixe” porque nesse ano levei na cabeça, chorei até que me fartei.

Por outro lado, aliás meu melhor ângulo, me senti inteiramente desejada, querida, amada, como há muito não me sentia.

E graças a tudo que houve – após essa cegueira enevoada – tudo se dissipou…

E daí em diante, abriram-se para mim, os melhores caminhos.

E é por eles que agora vou.

E por eles entrarei de mansinho em 2011.

E como bem disse Carpinejar: “Liberdade na vida é ter um amor para se prender .”

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