Arquivo de maio \23\UTC 2011

Hoje, 7 meses de casados ♥

Tudo bem que a gente gosta de celebrar o amor a todo instante, mas hoje é diferente.

E agradeço a Deus, a nós e ao acaso, por esses 213 dias ao seu lado.

É uma delícia a sensação da gente nem saber direito o dia em que tudo começou,  mas a gente sabe que foi amor.

Ao seu lado minhas manhãs são sempre diferentes.

E até o cair da noite você me faz suspirar de alegria.

Você é sempre boa companhia, mesmo triste, mesmo preto e branco porque pra mim você sempre tem cor.

Reconheço que o maior motivo da gente se encontrar foi pra descobrir o amor em outras formas.

E amar ao seu lado tem tantos significados que até me perco.

Mas você me acha, sempre.

Amar você é uma mistura de pé no chão e cabeça no teu peito.

É ter que sair de manhã para o trabalho, mas trazer tudo comigo: olhos, cheiro, mão, palavra, risos.

Eu quero ficar presa dentro do teu abraço por muito tempo.

Amo a sensação de sentir-me livre estando presa.

E o teu abraço serve de curativo para todas as minhas dores, todas!

Com você o amor vai além de dividir problemas, contas e risos.

As vezes não cabe no meu peito, no meu texto e por fim não tem nome.

Ele é.

E eu desejo que continuemos com essa sintonia que só a gente tem.

Com uma alegria daquelas ” com cara de sexta-feira-feliz”, que é uma das coisas mais bonitas e que quero guardar pra sempre.

Sempre!

E cuidar com e do amor.

E eu sei que coração é coisa pesada pra se dar.

Sei também que ele me pertence.

Mas mesmo assim quero dá-lo a você.

Para o resto de nossas vidas.

Te amo, marido

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A “arte” de cozinhar, no meu caminho…

Não é novidade que sou apaixonada por tudo que envolva comida!

Adoro cozinhar, estar na cozinha, ler sobre comida, aprender coisas novas, e claro e amo comer coisas inventadas, gostosas e diferentes.

Particularmente cozinhar me traz uma sensação de conforto e boas memórias.

Parte dessas memórias é afetiva, e elas existem por conta de um pai glutão e exímio cozinheiro em suas horas de lazer.

Portanto, tenho pensado (seriamente) em criar um blog sobre minha vida real, dentro e fora, da cozinha.

Enquanto o blog não ultrapassa o limite do desejo, resolvi postar por aqui algumas receitas.

E hoje irei preparar

Farfalle al Pesto & Pinoli

 

 Pesto – Molho encorpado com forte aroma de manjericão e alho com textura cremosa.

A sua história é um pouco incerta, mas há relatos que a família Ratto, da região noroeste da Itália, deu o nome de “battuto o sapore all’aglio” a um molho que tinha como principais ingredientes: manjericão, alho, pinoli,  queijo parmesão e percorino.

Esses ingredientes eram todos amassados em um pilão com um pouco de manteiga e azeite de oliva.

Posteriormente, não se sabe bem como, essa preparação ganhou outros continentes como o nome de Pesto.

É difícil falar em pesto sem citar o pinoli, responsável pelo toque sutil ao paladar de quem aprecia a receita original do molho.

O pinoli é um pequeno pinhão extraído do pinheiro-mano (Pinus pinea), nativo da região do Mediterrâneo e difícil de ser cultivado em outras localidades.

Devido a geografia, o Pinoli é muito utilizado na gastronomia italiana e árabe (onde é chamado de snoubar), e apresenta um preço elevadíssimo em outros países.

No Brasil, a situação não é muito diferente, e por isso, muitos chef’s modificam a receitas original, substituindo o pinoli por algum outro grão, como nozes ou até mesmo castanha-do-pará.

Vamos então ao preparo da minha receita.

Ingredientes

1 xícara de folhas de manjericão

2 dentes de alho

20g de pinoli

1/2 xícara de azeite

60g de queijo parmesão ralado

1 colher de sopa de manteiga

sal a gosto

Modo de preparo

Em um pilão esmague o manjericão junto com o alho, o pinoli e o azeite.

Acrescente a manteiga e o queijo parmesão, misture bem.

Acerte o sal com a pimenta

Dica Importante

O molho pesto não deve ser aquecido, mas pode ser misturado com um pouco da água quente utilizada para cozinhar a massa.

Sirva com a massa farfalle e bom apetite.

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Texto Extraído de uma palestra realizada na Stanford University em Palo Alto, Califórnia, acerca da conexão Mente-Corpo.


O palestrante (Chefe da Psiquiatria da Stanford) afirmou, entre outras coisas, que uma das melhores coisas que o homem pode fazer pela a sua saúde é estar casado com uma mulher.

Já para a mulher, uma das melhores coisas que ela pode fazer pela sua saúde é nutrir a sua relação com suas amigas.

Na hora, todos os presentes deram risada, mas ele falava sério.

As mulheres se conectam de forma diferenciada e oferecem sistemas de apoio que ajudam a lidar com o estresse e experiências de vida adversas.

Este tempo com as amigas nos ajuda a criar mais serotonina, um neurotransmissor que ajuda a combater a depressão e que pode vir a criar um sentimento de bem estar geral.

As mulheres compartilham seus sentimentos e os homens muitas vezes formam suas relações a partir de suas atividades.

Eles raramente sentam com um camarada e discutem como se sentem sobre determinadas coisas ou sobre o andamento de sua vida pessoal.

Trabalho? Sim

Esporte? Sim.

Carros? Sim.

Pescar, Caçar, Golfe? Sim.

Seus sentimentos? Raramente.

As mulheres fazem isso o tempo todo.

Nós compartilhamos a nossa alma com nossas amigas, irmãs/mães e evidentemente isso faz bem à nossa saúde.

O Professor palestrante disse que passar o tempo com um amigo é tão importante para a nossa saúde quanto o exercício físico.

Existe uma tendência de se pensar que quando estamos nos exercitando estamos fazendo algo de bom para o nosso corpo, mas que quando estamos com nossos amigos estamos ‘jogando conversa fora’ e desperdiçando nosso tempo, o que não é verdade.

Então, toda vez que vocês estiverem se divertindo na companhia de uma amigona se parabenize porque você está fazendo bem a sua saúde.

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Felicidade PEGA!

FÁCIL não é, mas existem maneiras de procurar a felicidade.

A primeira coisa -e a mais importante- é tentar só ter como amigos gente com a vocação da felicidade.

É claro que às vezes eles passam por problemas, e devemos ser solidários nesses momentos.

Mas existem pessoas que nascem de baixo-astral, sempre se queixando de tudo, só falando de problemas e tristezas.

Se você conviver muito com pessoas assim, pode saber que vai ficar mal.

Aliás, gente assim só gosta de se dar com pessoas como elas; quem, nascido com o DNA lá embaixo, vai suportar ser amiga de quem é feliz, otimista, que vive rindo e achando a vida boa?

E não falo só de amigos: se o seu tintureiro se queixa o tempo todo da vida, o professor de ginástica só conta desgraças, a faxineira, as doenças dela e da família inteira, troque, mesmo com dó e piedade.
 
Você tem que se defender, e uma das maneiras é se afastar, fugir, não chegar nem perto. […]
 
E descobri que felicidade e tristeza são tão contagiantes quanto o sarampo.
 
(Danuza Leão)

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Dedico esse texto, da Ana Jácomo, a quem fez/faz diferença em minha trajetória.

Sheila e Luciana, dois presentes que a vida me deu em 2010

Eu vim aqui me buscar.

E aqui parecia ser longe, muito longe do lugar onde eu estava, o medo costuma ver as distâncias com lente de aumento.

Vim aqui me buscar porque a insatisfação me perguntava incontáveis vezes o que eu iria fazer para transformá-la e chegou um momento em que eu não consegui mais lhe dizer simplesmente que eu não sabia.

Vim aqui me buscar porque cansei de fazer de conta que eu não tinha nenhuma responsabilidade com relação ao padrão repetitivo da maioria das circunstâncias difíceis que eu vivenciava.

Vim aqui me buscar porque a vida se tornou tediosa demais.

Opaca demais.

Cansativa demais.

Encolhida.

Vim aqui me buscar porque, para onde quer que eu olhasse, eu não me encontrava.
 
Porque sentia uma saudade tão grande que chegava a doer e, embora persistisse em acreditar que ela reclamava de outras ausências, a verdade é que o tempo inteirinho ela falava da minha falta de mim.
 
Vim aqui me buscar porque percebi que estava muito distante e que a prioridade era eu me trazer de volta.
 
Isso, se quisesse experimentar contentamento.
 
Se quisesse criar espaço, depois de tanto aperto.
 
Se quisesse sentir o conforto bom da leveza, depois de tanto peso suportado.
 
Se quisesse crescer no amor.
 
Vim aqui me buscar, com medo e coragem.
 
Com toda a entrega que me era possível.
 
Com a humildade de quem descobre se conhecer menos do que supunha e com o claro propósito de se conhecer mais.
 
Vim aqui me buscar para varrer entulhos.
 
Passar a limpo alguns rascunhos.
 
Resgatar o viço do olhar.
 
Trocar de bem com a vida.
 
Rir com Deus, outra vez.
 
Vim aqui me buscar para não me contentar com a mesmice.
 
Para dizer minhas flores.
 
Para não me surpreender ao me flagrar feliz.
 
Para ser parecida comigo.
 
Para me sentir em casa, de novo.
 
Vim aqui me buscar.
 
Aqui, no meu coração.
 
(Ana Jácomo)

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