Não, não me tornem por bruta, é que venho aprendendo das despedidas…

Uma vez eu vi um filme que falava sobre o poder da palavra.

Um personagem, em certa cena, compara o estrago que uma palavra maldita pode promover, à um travesseiro de penas sendo aberto ao sopro do vento.

Vendo todas aquelas centenas de penas branquinhas voando, ele diz: _ a chance de se arrumar o estrago que uma maledicência causa, é tão grande quanto a chance de se recolocar todas as centenas de penas soltas ao sopro do vento de volta dentro do travesseiro.

Quando soltas, as palavras seguem seu destino.

Doa a quem doer!

“Portanto, não se demore onde não existe amor!”

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