Arquivo de outubro \23\UTC 2012

Não é uma historia de amor e sim uma historia sobre o amor

 

O amor vai até onde tem que ir.

Até onde os dois quiserem.

Até onde ambos se propuserem a lutar.

O amor dura para os fortes, para os que não têm medo de passar por obstáculos, por rotina, por empecilhos, por dificuldades e, também, claro, por infinitas alegrias.

Eu sempre achei que: bonitos eram os casais que, além de namorados, também são os melhores amigos.

Foi por isso que soltei o mundo, pra segurar na mão dele a 2 anos atrás.

Ao lado dele aprendi que ter alguém é escolha.

E escolher permanecer junto é uma decisão que exige: compromisso, entrega, honestidade e dedicação.

Amor é uma forma de não enjoar de amar.

E quando a gente ama sente necessidade da outra pessoa.

Não por dependência, carência e outras “ências”.

Mas porque é bom estar ali, com o corpo junto, coração do lado, ouvindo a respiração.

É um modo de se sentir em casa.

E como escreveu Neruda:

E por amor.

Serei…

Serás…

Seremos…”

 Anderson,

Obrigada por todos os momentos e conquistas.

Você é o cara mais paciente e incrível que conheço.

Tolera meus dias de Ana, terremotos hormonais, explosões, inconstâncias, riso fácil, lágrimas de enchente, espuma nos lábios raivosos.

Um sujeito que sempre busca, para além dos charcos e espinheiros dos surtos histéricos, o paraíso que mora dentro de mim.

E é justamente essa visão da beleza, que me dá forças para lutar e prosseguir todos os dias, ao seu lado.

Você é o homem que me escuta e dá vida as minhas palavras.

Um pintor, que pinta os reflexos que vê refletido na fonte das palavras.

E até um músico que toca a melodia que se faz ouvir nos espaços vazios do meu corpo.

Ao seu jeito você habita meu corpo, minha alma e o meu oco.

Um marido que participa, se faz presente, incentiva, reclama, teima, insiste, existe, faz a minha vida ter sentido.

Quando eu me precipito, você sempre me lembra:

“Nada mais fatal para o amor que a resposta rápida. A resposta rápida revela um ouvido que não se deixou penetrar pela fala – é a alfange que decapita.”

Como ninguém você sabe olhar para meus lugares misteriosos, onde a beleza se esconde em meio a também entulhos.

Me suporta na minha absurda diferença, e me torna assim única e especial.

Obrigada por invadir todos os dias, suavemente, os cenários de minha alma cobertos por brumas e sombras.

Obrigada por ser a luz que pisca insistentemente, quando meu coração fica angustiado e acha que tudo é escuridão.

Obrigada por ser a mão que me resgata do abismo com as suas graças incansáveis.

Obrigada por saber fazer a birra necessária para me desautorizar nas minhas neuroses.

Por essas e outras, inúmeras paciências: EU TE AMO.

Amo muito!

Amo até no desencontro, pois sei que o encontro só é possível aí!

 E para todas que estão em busca de um amor, aprendam: ‎homens engraçados são sempre os melhores partidos!

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Todo caso de amor tem um grande e um pequeno

Alguém um dia falou, em francês, que em todo caso de amor: il y a toujours qui
aime et qui se laisse aimer,
há sempre quem ama e quem é amado.

É mais ou menos a mesma coisa.

O pequeno ama, o grande se deixa amar.

O grande fala, o pequeno ouve.

O grande discorda, o pequeno concorda.

O pequeno teme, o grande ameaça.

O grande atrasa, o pequeno se antecipa.

O grande pede, ou nem precisa pedir, e o pequeno já está fazendo.

Não é uma questão de gênero.

Existem homens pequenos e homens grandes, mulheres grandes e mulheres pequenas.

O temperamento e as circunstâncias influem, mas não determinam.

O grande pode ser o mais bem-sucedido dos dois ou não.

O pequeno pode ser o mais sensível, mas nem sempre é assim.

Muitas vezes o grande é o mais esperto, mas existem pequenos espertíssimos.

Depende do caso.

Como ninguém descobriu, até hoje, uma regra que permita determinar qual é o grande e qual é o pequeno, só observando o casal mais atentamente.

Na rua, o que anda distraído quase sempre é o grande.

Quase sempre, no cinema, o grande só decide comprar pipoca depois que os dois já estão acomodados nas poltronas.

O pequeno, então, fica esperando, vigiando, tomando conta para o filme não começar antes de o grande voltar, o que, por algum motivo, seria uma tragédia.

Numa festa, o pequeno deve estar ansioso para que a noite seja boa, principalmente se foi ele que sugeriu o programa.

O grande se comportará de maneira indiferente até se embriagar pela música, pela bebida ou pelo ambiente, quando então ficará muito mais animado do que o pequeno.

Mesmo que o pequeno dance bem, o grande sempre dançará melhor.

O pequeno evita o silêncio porque tem certeza de que a culpa é dele, por isso sempre tem arquivados na cabeça assuntos que possam ser úteis em todas as ocasiões.

A calça nova do pequeno dificilmente lhe cai tão bem quanto a do grande, assim como o cabelo do grande está sempre melhor que o do pequeno, ainda que a festa inteira pense exatamente o contrário.

O pequeno geralmente se comove com a lua calado, enquanto o grande aponta, olha só a lua.

No final da festa é sempre o pequeno que quer ir embora, reservando o melhor da sua alegria para o resto da noite, enquanto o grande se despede dos amigos displicentemente.

Mais tarde, o pequeno é macho, é gueixa, é desgraçado, é exclusivo e, se o coração do grande por acaso ouvir seus gritos, que sorte.

No dia seguinte, o pequeno estará inevitavelmente preocupado: será que fiz tudo certo?

Acho que eu não devia ter dito aquilo.

Por que toda vez sou eu que beijo primeiro?

Na dúvida, vai correndo procurar o grande, apesar de ter prometido que nunca mais faria isso.

O grande e o pequeno podem ser de qualquer espécie, inclusive bichos, com exceção dos gatos, que são todos grandes.

Não necessariamente formam um casal.

Não é só nas histórias de amor que existem grandes e pequenos.

Havendo mais de um, um par qualquer, dois adversários, dois irmãos, dois amigos, sempre haverá o que quer mais e o que quer menos, o fascinante e o fascinado, o generoso e o pedinte.

Mas como tudo pode acontecer, senão nada disso ia ter graça, a qualquer momento, por alguma razão, geralmente à noite, imprevisivelmente, o grande pode ficar pequeno, e o pequeno ficar grande de repente.

Basta um vacilo, um acaso, um cair de tarde, um olhar mais assim, um furacão, uma inspiração, uma imprudência.

Quando isso acontece, é comum o pequeno ficar maior ainda, o que torna automaticamente o grande ainda menor.

O ex-pequeno, logo que é promovido a grande, pode se vingar do ex-grande, se seu sofrimento tiver boa memória.

Aí, coitado do novo pequeno, vai se arrepender de cada não beijo, cada não telefonema, cada não noite de insônia, cada não desespero, cada não entusiasmo, cada não carinho inesperado, indispensável, inevitável, imprescindível, cada não todas as palavras apaixonadas em qualquer língua do mundo.

Ele vai se surpreender com a reviravolta, no começo, mas vai se conformar com sua nova condição de pequeno em seguida.

E então vai seguir, cuidadoso e desastrado, na quase inútil intenção de conquistar o grande urgentemente.

(Adriana Falcão)

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Julia, minha irmã!

Você é uma pessoa linda que foi chegando aos poucos na minha vida, e quando vi já tinha tomado uma grande parte boa de mim.

Juntas passamos alguns dos melhores momentos de nossas vidas, acredito que você também deve achar o mesmo!

Talvez estas palavras sejam insuficientes pra expressar toda a minha admiração, meu AMOR, minha AMIZADE e todo o meu respeito por você.

Como quaisquer pessoas, tivemos nossos momentos difíceis, ataques de ciúmes, medo, raiva, distância, uma infinidade de coisas.

Eu só gostaria que você soubesse que és uma das pessoas mais importantes pra mim.

Que confio em você, que torço pela tua felicidade e estarei ao seu lado em todos os percalços da vida.

As vezes sinto falta das nossas loucuras, nossas conversas, os choros, as risadas, as mancadas.

Mas acho que agora somos mais felizes do que a 7 anos atrás.

E uma coisa é certa: o destino nos dá os irmãos , mas o coração escolhe os amigos.

Por isso, as melhores amizades sejam aquelas em que haja muita discussão, muita disputa e mesmo assim muito afeto.

Além do que: Seja a Deus, ao cônjuge, ao amigo ou ao irmão, Fidelidade é uma questão de decisão!

Te amo, mana ❤

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10 Lições – Casamento x Amor x Maturidade

1-     Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade? –

2-      Promete saber ser amiga(o) e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica?

3-     Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?

4-     Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?

5-     Promete se deixar conhecer?

6-     Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?

7-     Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?

8-     Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?

9-     Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina?

10-  Promete que será tão você mesmo quanto era minutos antes de entrar na igreja?

Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher: declaro-os maduros.

(Martha Medeiros)

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A Vida e a Roda da Fortuna – Parte II

Então você já observou na sua “trajetória” os dois pontos citados no texto anterior.

Caso tenha se localizado, ótimo!

Pois depois de compreender essa espécie de ” be- a- bá” do start do desejado Sucesso Financeiro, nossa relação com o dinheiro continua baseada em nosso momento com nós mesmos.

Repito: dinheiro, embora mundano e material, está diretamente ligado à nossa forma de ver, viver e sentir o mundo; está co-relacionado à nossa jornada espiritual.

Quantas pessoas você conhece que vieram de origens muito humildes e enriqueceram?
Destas, quantas perderam tudo o que conquistaram e quantas mantiveram?

 A diferença das que obtêm êxito e o mantém ou perdem, são os valores internos que alimentamos no caminho do enriquecimento material e assim, a partir destes, é que atribuímos a esse ganho uma óptica de valor ao dinheiro utilizada na prática.

Veja: Alguns têm a ambição financeira para inflar o ego, ter status, provar para si e outros que “chegou lá”; fatalmente o valor que atribuem ao dinheiro é justamente este, o de utilizá-lo em compras e bens que reafirmem isso e o resultado explica aquele velho ditado, “dinheiro não aceita desaforo“.

Outros, atribuem ao dinheiro o valor da segurança.

Geralmente estas pessoas conservam valores como viver tranquilamente, tendo uma vida confortável sem luxúria, garantindo previdência e paz.

 O primeiro exemplo, é lição para muitos (eu mesma aprendi a atribuir o REAL valor ao dinheiro, perdendo-o por gastar demais).

O segundo, eu diria que é uma lucidez adquirida naturalmente, maturidade espiritual (mesmo que inconsciente).

As pessoas que nascem ricas herdeiras de gerações, simplesmente não conhecem a ambição; mas podem desenvolver a ganância…

Dinheiro (felizmente) também existe para nos testar e para muitos, significa Poder; é aí que vemos discórdia entre familiares ricos.

Alguns destes, justamente por não precisarem ter ambição, não conseguem encontrar motivação para fazer algo, produzir (já que geralmente a primeira necessidade que temos com o dinheiro no país no qual vivemos, é nos sustentarmos) e este é o grande desafio!

Mas boa parte se perde nesta busca…drogas, depressão…

Uma das mulheres mais ricas do mundo, Cristina Onássis, suicidou-se.

Mas antes de finalizar este assunto, que confesso foi o mais complicado de escrever até hoje, vamos lembrar daqueles que nascem pobres materialmente e nunca conseguem se achar merecedores de uma vida melhor; é bonito vê-los felizes sem precisar ter mais mas ao mesmo tempo, é triste vermos quem não acredita que pode melhorar as próprias condições de subsistência; isso também é falta de ambição.

Vamos lembrar dos ricos que empregam milhares de pessoas, fazem caridade, ajudam o próximo e sabem que o dinheiro tem que “circular”, trocar de mãos e sua importância no trabalho social para seu próprio bem estar interior.

Vamos também olhar para os desapegados, que deixam tudo ou o pouco que têm para ingressarem uma vida missionária na qual a certeza do enriquecimento espiritual, traz a morte da incerteza do que virá pela frente, pois sentem que nada faltará.

E vamos lembrar daqueles que são escravos dele e os que o usam para escravizar…

Faltou escrever muito.

Tudo isso é só o começo de uma conversa sem fim!

Posso ter escrito besteiras.

Posso ter colocado verdades.

Pode ser daqui um tempo eu escrevesse diferente, mas senti que deveria ser já.

Esse tema me rodeia há muito tempo pelas coisas que vivi e pelo que vejo as pessoas vivendo em volta.

Há poucos dias, brilhantemente o banco HSBC lançou a campanha publicitária “O que é dinheiro”:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=9rF_9e_7Who

Faço das palavras deste poema, as minhas, porque no fundo:

” O importante não é ter mais dinheiro, é saber o que ele pode fazer por você”

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Amor é fome!

 

Dizer que o amor é fome parece que reduz tudo à necessidade e ponto.

Mas essa história de fome é coisa à esmiuçar-se.

Amor é fome trocada em miúdos.

O amor tem fome de todos, enquanto todos têm fome de amor.

Fome primária, mãe do destino e das boas vontades.

Tudo que é feito é feito em busca do amor; amor-aprovação, amor-provação, amor-admiração, amor-consolação, amor-tesão, amor-demonstração, amor “eu sou importante pra alguém”.

O toque não o sacia.

Nem o gozo, nem a repetição das mesmas palavras românticas que se sabem décor e salteado desde os tempos das estórias das carrochinhas apaixonadas, desde a concepção da primeira estrela do céu, até o brilho de estrela que se encontra nos olhos amados de alguém.

A fome grita.

O amor grita.

Tudo gira caleidoscopicamente como vertigens causadas por fomes ancestrais.

O amor é o sentimento mais faminto, ávido por devorar suas vítimas.

Quanto mais amor, mais amor se quer.

Houve o amor primeiro.

Primeiro de tudo.

Conhecido e provado, vira o TUDO QUE SER QUER.

O amor está mebutido em todas as ânsias humanas.

É tudo por amor.

Até os devarios.

Ninguém está imune e muito menos impune à essa primitividade.

Fome de amor é fome de tudo: do corpo de quem se ama, mas também de todos os outros corpos que se quer por perto pra fazer sentido existir.

Amor é pão que se come no abraço, mas também no braço de quem nos convida à continuar.

Um amigo.

Morre um pouco todos os dias quem não conhece o amor de um amigo, ou o perdeu, quem se afasta, quem aprende a controlar a fome e sacia-se com migalhas, e que são tantos, quase não seria exagero dizer que somos todos, carentes de amor, amor sonho, amor fada, amor mãe, amor de amado.

Talvez seja reduzido dizer que o amor é fome, talvez o amor seja a vontade de devorar o mundo, oque não é contemplado de dúvida é o fato de que somos todos famintos de amor.

E disso, nem mesmo Deus nos salva.

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” Há sentimentos que não sabemos explicar, apenas sentimos… “

Chove muito, mas podia nevar…

Seria tão bonito!

E eu me lembraria de Maiacovski, para terminar a noite olhando pela janela o mundo inteiro ali embaixo:

“Derrama o riso em todos os olhos! Derrama alegria em todos os corpos!

Que ninguém possa esquecer essa noite.

Nunca fui medrosa, e depois do meu encontro com a psicanálise me tornei mais corajosa ainda.

Imaginar a coragem do velhinho que mudou a história do Ocidente, me faz não ter medo de nada quase.

Freud tinha consciência do caráter espinhoso da psicanálise, e certa vez, assim se manifestou a respeito:

“O silêncio com que minhas conferências foram recebidas, o vácuo que se formou em torno de mim, as insinuações que me foram dirigidas, pouco a pouco, fizeram com que me desse conta de que as as afirmações sobre o papel da sexualidade na etiologia das neuroses não podem contar com a mesma acolhida, que se tem com outras contribuições. E compreendi isso, de uma vez por todas, que eu fazia parte daqueles que haviam ” atrapalhado o sono do mundo” e não podia contar com o entendimento e a tolerância de ninguém. “

Freud foi acusado de místico e irracional, porque levou a sério fenômenos que a ciência desprezou: os sonhos, lapsos, atos falhos, chistes.

Retirou seu olhar das obviedades todas e se aventurou.

E o mais bonito desse ato heróico é que toda a sua teoria e prática tem por alicerce a consideração do sujeito humano e sua subjetividade.

Há poucos dias, um conhecido “acusou” Freud de fantástico e eu muito brava, defendi:

“Ora, não há como trabalhar o sujeito sem incluir o seu fantasma, que invariavelmente indica sua relação com seu gozo. Há desse modo, um erro de avaliação: o fantástico não está na teoria, mas no objeto da psicanálise. Desse modo, somos todos fantásticos, e estamos bem longe dos gráficos e estáticas…”

A situação da psicanálise é mesmo sui generis, pois enquanto teoria do sujeito, torna- se teoria do particular; e diante da singularidade do sujeito, não há validação estatística e científica possível.

Depois de Freud, Lacan, outra figura combatente e corajosa, disse que a psicanálise nos possilita fazer as pazes com aquilo que nos é mais estranho. Nunca vi nada mais coerente nesse mundo, pois o sintoma é aquilo que possuimos de mais particular.

Num final de análise, colocamos um acento nessa singularidade e nos lançamos nesse mundão mais corajosos ainda…

(assim espero e acredito!)

Por isso tudo eu posso dizer: Tenho coragem para viver!

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