Arquivo de dezembro \16\UTC 2010

Personalidade Forte?

Ter personalidade forte não é ter comportamento agressivo e sair atirando pedras em quem te atinge.
Isso justifica exatamente o contrário.
VOCÊ que age dessa maneira apenas prova o quanto é sensível e fraco, o quanto não é capaz de controlar seus atos e o quanto é uma pessoa extremamente suscetível às outras e ao seu ambiente.

Ter personalidade forte é em primeira instância, ser tão auto-confiante que nada te atinja facilmente.

É ouvir alguma ofensa e não sentir-se mal, simplesmente porque não te afeta e não atingindo não sente-se ferida, portanto não terá a necessidade de mostrar suas garras à toa.
Personalidade forte tem quem sabe seu lugar e nele se põe, sem precisar gritar aos quatro cantos do mundo, afirmando que vive num pedestal, totalmente acima de todos aqueles que a fazem sentir-se ameaçada.
Quem tem personalidade forte não vive no alto, vive ao lado porque não precisa mostrar-se maior do que os demais, sua grandeza mora dentro de si e não no mundo externo.
É fácil ouvir as pessoas dizerem que têm personalidade forte, mas é difícil realmente crer que são.
Personalidade forte mora em quem sabe dar a volta por cima, superar seus problemas sem precisar pisar ou ferir outra pessoa, em quem sabe que a vida sempre continua apesar das dores e decepções.
Não se alimenta de mágoas e desejos de vingança, nem tão pouco vive a destilar seu veneno maldizendo aqueles, que por uma obra do destino, passaram por sua vida e te fizeram mudar de caminho.
Personalidade forte tem quem domina seu orgulho e aprende que o perdão é a única atitude reamente libertadora, principalmente quando se consegue perdoar a si mesmo.
O que muitos acham ser fraqueza, só quem tem personalidade é que entende…
…O silêncio pode ser a melhor resposta.
 
(Por Drika Gomes)

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Pequena Reflexão “analítica” de 2010

Desejo entrar de mansinho em 2011.

Serão ainda muitos, os ecos de 2010.

Esse foi um ano importante para mim, a propósito, foi o mais importante da minha história.

Aconteceu-me uma vida toda.

E olhando para trás, custo a entender como é que tanta coisa encaixou e se arrumou em apenas 12 meses.

Fiquei íntima ao melhor e o pior da natureza humana.

Mas felizmente, acabei o ano apenas com o melhor.

SobreVIVI à inveja, ao mau olhado, à desconfiança, à obsessão, à culpa, á ganância, ao desengano.

Resisti ao mês de Abril.

E agora, próximo ao Natal, tenho excelentes perspectivas de mais um ano muito feliz em 2011.

Em partes isso se deve ao fato de nesse ano eu ter aprendido o valor do recato…

… Sendo que as primeiras impressões (sobre os outros, ou determinadas situações), são sempre as mais certeiras.

Aprendi que suportamos mais do que “aquilo” que achamos.

E que as coisas boas só nos acontecem quando deixamos de procurá-las.

E que o instinto nem sempre funciona.

No meu caso, conheci “pessoas” com a certeza de que eram “inteligentes”, mas essas se mostraram tão (ou mais) tolas que um ignorante.

Mas mais importante do que tudo, aprendi a estar sozinha.

Comigo apenas.

E a gostar do silêncio que a princípio me estrangulava.

Aprendi a apreciar a minha companhia e um dia de cada vez. 

Em 2010 fiz e preservei os melhores amigos, em especial: homens.

E como todos somos diferentes uns dos outros, numa escala que pode ir do péssimo ao excelente, há que se saber escolher.

Assim, aprendi a deixar o que é “lixo” pra fora, e prezar o que presta dentro do cotidiano.

Desse modo tornei-me mais seletiva e menos preconceituosa.

E só pude alargar meu poder de “encaixe” porque nesse ano levei na cabeça, chorei até que me fartei.

Por outro lado, aliás meu melhor ângulo, me senti inteiramente desejada, querida, amada, como há muito não me sentia.

E graças a tudo que houve – após essa cegueira enevoada – tudo se dissipou…

E daí em diante, abriram-se para mim, os melhores caminhos.

E é por eles que agora vou.

E por eles entrarei de mansinho em 2011.

E como bem disse Carpinejar: “Liberdade na vida é ter um amor para se prender .”

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Anderson, eu confesso…

O meu amor por você é inédito.
É um amor novo e maduro – penso: como pode?
Sinto e quero você.
Hoje, amanhã e na medida sem fim do tempo.
Quando estou em silêncio e lembro que você existe eu sinto paz.
Suspiro aliviada.
Quero vestir o seu abraço e sair com ele por aí, como um colete à prova de balas.
Abraço longo, apertado e quente.
Quero mais, me abrace mais.
Mais um pouquinho.
Vai sempre faltar seu abraço pra minha sede dele.
Sei que dentro de você moram sorrisos.
Alguns você deixa escapar, os outros esconde no escuro, pra eu procurar.
E eu gosto disso.
Gosto também das suas mãos nas minhas, das suas mãos tomando conta de mim.
Não quero viver sem suas mãos por perto.
Não quero aprender isso.
É que esse meu amor inédito parece que nasceu junto comigo, e contigo.

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