Arquivo de setembro \26\UTC 2012

Hoje é um dia importante, Dani, também para mim!

Data de aniversário é um dia engraçado.

Faz recordar bons e maus momentos vividos até ali.

Coloca-nos em contato com pessoas que há muito tempo não falávamos ou víamos.

É um dia em que, normalmente, ou por que não dizer, possivelmente, juntamos aqueles que mais admiramos, que gostamos de estar junto, que amamos, ou até mesmo aqueles que apenas conhecemos.

Assim, juntos celebramos mais um ano de vida.

Ano que podem ter sido de conquistas, vitórias, lutas, sofrimentos, decepções, alegrias.

É um ano com um pouco de tudo!

No entanto, a data de aniversário muitas vezes pode significar mais para aqueles que comemoram do que para o comemorado.

Por isso, no dia de hoje, agradeço e peço a Deus que continue dando a você: sabedoria, amigos, saúde, paz, realizações, amor e equilíbrio.

Que você nunca perca o sorriso e a sinceridade incomparável.

Enfim…

Peço a Deus que conserve você em vida, no mínimo, enquanto eu viver!

Pois a vida sem um amigo como você seria muito mais que difícil.

Dani, parabéns, por ser exatamente aquilo que preciso, e na hora exata que preciso.

Espero algum dia poder retribuir tudo o que você tem transmitido a mim: F-E-L-I-C-I-D-A-D-E-S!

E que tenhamos muitos e muitos anos de amizade pela frente para compartilhar!

Aproveite ao máximo cada instante da sua vida, pois ele é único.

E que além dos aniversários e através do sempre você seja muito feliz.

Te amo, brother!

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Oportunidades diárias

 

Narra uma lenda chinesa que, às margens de imenso rio, vivia um pescador muito pobre.

Mal o rosto dourado da manhã se abria em sorrisos e as mãos brincalhonas da brisa matinal começavam a espalhar perfumes, ele se levantava e seguia para o rio.

As aves voavam alegres pelos ramos das árvores, em gorjeios maviosos.

Mas nada disso animava Vicente, o pescador.

Ele andava lento, depois de se levantar com preguiça.

Tomava o café matinal sem prestar atenção ao pão que fora servido, com carinho.

Com má vontade, naquela manhã, como em tantas outras, ele pegou suas redes de pesca, os apetrechos necessários e foi para o barco.

O dia prometia ser maravilhoso.

A mãe natureza se esmerava em preparar um detalhe diferente, para que a reprise do dia anterior não fosse total.

Um detalhe, afinal, é sempre muito importante.

Mas Vicente nada via.

Foi resmungando para o barco.

Sentou-se meio a contragosto, sempre reclamando e sentiu alguma coisa no chão.

Sem olhar, apalpou com a mão direita.

Encontrou uma sacolinha com pedras miúdas.

Distraído, sem ânimo para iniciar o trabalho da pesca, começou a jogar as pequenas pedras no rio, aguardando a chegada do sol.

Jogou uma a uma, divertindo-se com as ondulações que se desenhavam na superfície das águas.

Finalmente, o sol apareceu soberano, rasgando a escuridão da noite, com o seu punhal de luz.

Agora havia calor e muita luminosidade.

O novo dia abriu seu manto de belezas para que todos o pudessem apreciar.

Vicente, ao pegar a última pedra, verificou que ela cintilava, refletindo os raios do sol.

Examinando melhor, percebeu que se tratava de um diamante, explodindo claridade e beleza.

Levantou-se depressa e sacudiu a sacolinha.

Estava vazia.

Dando-se conta que jogara no rio uma imensa riqueza, Vicente se pôs a gritar, esbravejar, acusando todas as pessoas e o mundo por sua desgraça.

Sentia-se infeliz e amargurado.

Perdera um grande tesouro.

Jogara tudo no rio.

E, enquanto gritava e se desesperava, nem se deu conta de que ainda possuía nas mãos a última pedra preciosa.

*   *   *

Se você acordou esta manhã com mais saúde do que doença, você é mais abençoado do que o milhão que não sobreviverá esta semana.

Se você nunca passou pelo perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia de uma tortura, ou as aflições da fome, você está à frente de quinhentos milhões de pessoas no mundo.

Se você tem a ventura de frequentar um templo religioso, de seguir uma religião sem o medo de ser preso, torturado ou morto, você é mais abençoado do que três bilhões de pessoas no mundo.

Se você tem comida na geladeira, roupas no corpo, um telhado sobre a cabeça e um lugar para dormir, você é mais rico do que setenta e cinco por cento das pessoas do mundo.

Por tudo isso, não se esqueça de agradecer a Deus a oportunidade da vida, da saúde, da liberdade e de todas as outras bênçãos de que você desfruta.

 

(Redação do Momento Espírita)

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Para o Lanche: Bolo de Maçã com Amêndoas

Ingredientes para o bolo:

– 200 g de açúcar refinado

– 1 colher de chá de essência de baunilha

– 3 ovos

– 250 gr de farinha de trigo

– 4 maçãs médias

– Suco de ½ limão

– 1 colher de chá de fermento em pó

Ingredientes para a cobertura:

– 1 colher de chá de essência de baunilha

– 100 gramas de açúcar refinado

– 100g de manteiga

– 100 gramas amêndoas em pedaços

Modo de Fazer:

– Pré-aqueça o forno a 175 ° C

– Forre a forma com papel manteiga ou unte-a farinha e manteiga.

Cobertura:

Derreta a manteiga e misture:  o açúcar, a essência de baunilha e por fim as amêndoas.

Bolo:

– Corte as maçãs em cubos, misture-as ao suco do ½ limão e reserve.

– Bata os 3 ovos + o açúcar e a essência de baunilha até que obtenha uma mistura clara e cremosa.

– Peneire a farinha e o fermento e adicione a mistura de ovos/açucar/essência, juntamente com maçãs, sem o caldo do limão.

– Espalhe massa na forma (já untada) e por último coloque a cobertura de amêndoas.

– Asse a 175 ° C por volta de 50 minutos á 1 hora.

– Retire do forno e deixe descansar por (+ ou -) 20 minutos.

– Desenforme e sirva.

Bom apetite!!!

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Inspiração do poeta

Conta-se que, num dia qualquer, o compositor Almir Sater estava em São Paulo para uma temporada.

Em certo momento, desceu do seu apartamento para tomar um cafezinho num mercado ali perto.

Encontrou um amigo, que o convidou para experimentar uma viola que acabara de comprar.

Enquanto tomavam café, Almir dedilhou a viola e soltou a voz:

Ando devagar ao que o amigo emendou… porque já tive pressa.

Dizem que essa maravilha chamada Tocando em frente, ficou pronta em dez minutos.

Um dia, alguém perguntou ao Almir como essa música fora feita e ele respondeu: Ela estava pronta. Deus apenas esperou que eu e o Renato nos encontrássemos para mostrá-la para nós.

Será verdade ou será mais uma dessas lendas que se inventam, a respeito de pessoas célebres e suas produções?

Lenda ou verdade, não importa.

O que sabemos é que a inspiração existe e disso entendem muito bem os gênios de todos os matizes.

E a letra e música de Tocando em frente são uma joia rara.

Convidam-nos a parar em meio à correria, a viver com mais vagar, como a saborear cada momento.

Também nos recordam que, na vida, lágrimas e sorrisos se sucedem.

Assim dizem os versos:

Ando devagar porque já tive pressa.

                                        E levo esse sorriso, porque já chorei demais.                                         

Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe…

Eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei…

Há tanto para aprender.

E quantos cremos ser superiores, por entendermos disso ou daquilo.

E, contudo, quem verdadeiramente se dedica a aprender, descobre que quanto mais aprende, mais há a ser pesquisado, descoberto.

Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs.

O planeta Terra é o grande laboratório Divino em que provamos a dor, a alegria.

Em que nos extasiamos ante a manhã que se espreguiça e nos encantamos com a riqueza das pessoas.

Cada uma com seu talento especial, sua forma de ser, de agir em nossas vidas.

E, neste planeta de provas e expiações, com quantas delícias nos agracia Deus. Sabores de frutas, consistências inúmeras.

É preciso tudo provar.

Aprender a degustar, reconhecendo o sabor de cada fruta, do trigo transformado em pão, do grão triturado, moído, servido com aroma de café.

Mas é preciso o amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, continua cantando o inspirado poeta.

Sim, o amor nos é imprescindível porque fomos criados e somos mantidos pelo amor de Deus, trazendo essa essência Divina em nossa intimidade.

E somente sorri, num mundo de tanta perversidade ainda, quem já descobriu o segredo da vida na Terra, que se chama oportunidade e progresso.

Por isso, cada um de nós compõe a sua história. E cada ser em si, carrega o dom de ser capaz, de ser feliz.

E, como todo mundo ama, todo mundo chora, não esqueçamos que um dia a gente chega, no outro vai embora.

A vida é transitória. Aproveitemo-la, ao máximo, vivendo com a família, os amigos. Produzindo na sociedade, deixando nossas marcas de luz para, como alguém já falou, quem venha atrás, possa dizer: Por aqui passou um ser iluminado. Uma estrela…

(Desconheço a autoria)

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Perdão, leitores, mas preciso falar de minha mãe – Por Xico Sá

Mamãe fez 71 anos ontem. Por isso, em um respeito sem fim e silencioso, nunca escrevo nada nesta virginiana data. Já fui demitido uma vez em uma firma por me recusar a trabalhar no único feriado que se justifica no mundo.

Todo homem que é homem tem direito a criar um feriado na vida. Certo é que me dei a este direito. Se bem que no aniversário de Maria também nada fazia. Tudo era dela no meu imaginário calendário ad infinitum.

Se eu tiver uma filha, uma menina, juro, nunca mais trabalharei na vida. Viverei a cuidá-la.

Ninguém entende o radical encanto edipiano. Também nunca fui de me explicar decentemente. Algumas coisas não carecem de muita prosódia. A vida é pão de queijo: é comer quente e pronto.

Trabalho até nos dias de nascimento e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, menos no dia em que Ela veio ao mundo para me fazer carne e pecado.

Dona Maria do Socorro nem sabe disso direito, nunca leu nada do que escrevo, graças a Deus pertence a outro mundo, mas aqui, caladinho, mantenho o respeito.

Psiu. Mamãe está prosa. Que linda. Sorriso iluminado, quase 50 anos depois de me botar no mundo.

Tentei escrever algo novo sobre ela e nossa relação eterna. Não rolou. Então mando uma carta antiga, que guardo na minha velha caixa de sapato afetiva, onde ela reina ao lado de duas ou três fotos das mulheres da minha vida.

Mãe, ainda me lembro quando tu colocaste a rede no fundo da mala, mala de couro, forrada com brim cáqui, e perguntaste, tentando sorrir no prumo da estrada: “Filho, será que na capital tem armador nas paredes?”

Naquela noite eu partiria para o Recife, que conhecia apenas de fotos e do mar de histórias trazidos pelos amigos. Lembro de uma penca de fotografias em especial, que ilustrava uma bolsa de plástico que usava para carregar meus livros e cadernos. Lá estavam as pontes do centro, casario da Aurora ao fundo, lá estava a sede da Sudene, símbolo de grandeza naquele apagar dos anos 1970, lá estava o Colosso do Arruda, o estádio do Santa…

Quando o ônibus gemeu as dores da partida, aquela zoada inesquecível que carregamos para todo o sempre, tu me olhaste firme, e eu segurei as lágrimas tão-somente para dizer que já era um homem, que era chegada a hora de ganhar o mundo, o mundo que conhecia somente pelo rádio, meu vício desde pequeno, no rádio em que ouvia os Beatles, as resenhas e as transmissões esportivas das rádios Nacional, além de todo um sortimento de novidades daqui e do estrangeiro.

Lembro que naquele dia, mãe, ouvimos juntos o horóscopo de Omar Cardoso, na rádio Educadora (ou teria sido na Progresso de Juazeiro?). Que falava dos novos rumos do signo de Libra. Você disse: “Tá vendo, meu filho, você será muito feliz bem longe”.

A voz de Omar Cardoso e o seu mantra ecoava no juízo: “Todos os dias, sob todos os pontos de vista, vou cada vez melhor!”

Foi o dia mais curto de toda a existência. O almoço chegou correndo, a merenda da tarde passou voando… e quando dei fé estava diante da placa Crato/Recife, Viação Princesa do Agreste.

Todo choro que segurei na tua frente, mãe, foi derramado em todas as léguas seguintes. Mal chegou em Barbalha eu já estava com os dois lenços de pano –outro cuidado seu com o rebento- molhados.Em Missão Velha, uma moça bonita, uma estudante que voltava de férias, me confortou: “É para o seu bem, foi assim também comigo”.

Quando chegou em Salgueiro, além dos lenços e da camisa nova -xadrezinho da marca Guararapes-, o livro Angústia, de Graciliano Ramos, um dos motivos da minha vontade de conhecer a vida, também já estava encharcado.

E assim foi a viagem toda. Com direito a soluços, que acordaram a velhinha que ia ao meu lado, quando o ônibus chegou ao amanhecer no Recife.

Arrastei a mala pelo bairro de São José e procurei a pensão mais econômica.

Sim, mãe, tem armador de rede, escrevi na primeira carta. Naquele tempo não usava-se, em famílias sem muito dinheiro, o telefone. Era tudo na base do “espero que esta te encontre com saúde”, como a gente escrevia na formalidade das missivas.

É mãe, neste teu dia, que está quase chegando a hora, quero lembrar que a coisa que mais me comoveu foi tua coragem, que eu até achava, cá entre nós, que fosse dureza além da conta d´alma. Até falei, um dia no divã, sobre o assunto, como se eu quisesse que naquela despedida o sertão virasse o teu mar de pranto.

Eis que recentemente me contaste como foi duro, que tudo não passava de um jeito para não fazer que eu desistisse de ganhar a rodagem. Aí me lembrei de uma sabedoria que citava nas cartas e bilhetes, quando eu esmorecia um pouco na sobrevivência da cidade grande: “Saudade não bota panela no fogo”. E ainda reforçava: “Saudade não cozinha feijão, coragem, filho, coragem”.

Em nome das mães de todos os meninos e meninas que partiram, dona Maria do Socorro, quero te deixar beijos e flores.

Sim, mãe, agora já sabes que somos de uma família de homens chorões, são 04h06 de uma quarta-feira e eu choro um pouco, como fazia no fundo daquela rede colorida que puseste no fundo da mala, chorava tanto nos sótãos das pensões do Recife que os chinelos amanheciam boiando no quarto, como se quisessem tomar o caminho de volta para casa.

Fonte:  http://xicosa.blogfolha.uol.com.br/2012/09/20/perdao-leitores-mas-preciso-falar-de-minha-mae/

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OBSESSÃO PELO MELHOR – Por Leila Ferreira

Estamos obcecados com “o melhor”.

Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do “melhor”.

Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.

Bom não basta.

O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com “o melhor”.

Isso até que outro “melhor” apareça e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer.

Novas marcas surgem a todo instante.

Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.

O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego.

Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter.

Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.

Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros…) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários.

Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis.

Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.

Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência?

Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa?

E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?

O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o “melhor chef”?

Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro?

O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo “melhor cabeleireiro”?

Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixados ansiosos e nos impedido de desfrutar o “bom” que já temos.

A casa que é pequena, mas nos acolhe.

O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria.

A TV que está velha, mas nunca deu defeito.

O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens “perfeitos”.

As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar à chance de estar perto de quem amo…

O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem.

O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.

Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso?

Ou será que isso já é o melhor e na busca do “melhor” a gente nem percebeu?

“Sofremos demais pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito que temos.”

(Shakespeare)

 

Leila Ferreira é uma jornalista mineira com mestrado em Letras e doutora em comunicação em Londres, que optou por viver uma vida mais simples, em Belo Horizonte.

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Não, não me tornem por bruta, é que venho aprendendo das despedidas…

Uma vez eu vi um filme que falava sobre o poder da palavra.

Um personagem, em certa cena, compara o estrago que uma palavra maldita pode promover, à um travesseiro de penas sendo aberto ao sopro do vento.

Vendo todas aquelas centenas de penas branquinhas voando, ele diz: _ a chance de se arrumar o estrago que uma maledicência causa, é tão grande quanto a chance de se recolocar todas as centenas de penas soltas ao sopro do vento de volta dentro do travesseiro.

Quando soltas, as palavras seguem seu destino.

Doa a quem doer!

“Portanto, não se demore onde não existe amor!”

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